Jornal Nacional tenta sem êxito se adaptar às redes sociais

Procurei na caixa de e-mails um artigo antigo que escrevi sobre o Jornal Nacional, de pelo menos 17 anos. Não encontrei, devo antecipar, mas me recordo das principais indagações, que persistem.

Jornal Nacional

Ainda cursava o que se chama hoje de “ensino médio”. Creio que escrevi o artigo em 2001 para a coluna eletrônica (antes dos blogs) de um grande amigo, Luís Alberto Caldeira, à época, formando em Jornalismo.

Aliás, nessa época, reformularam o cenário do Jornal Nacional, a fim de adaptá-lo ao estilo dos telejornais americanos. O cenário em que o pioneiro Cid Moreira apresentava as notícias de paletó, gravata e cueca cedeu espaço para a redação high-tech.

O artigo consistia em uma crítica ao JN. Como pode um jornal de meia hora contar as principais notícias de um país continental, com dezenas de milhões de habitantes? Quem é que escolhe as notícias que serão veiculadas e qual é o poder que isso representa? Por que o JN concentrava mais da metade da audiência do horário?

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